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Cresce número de mulheres a bordo na Sapura

No mês das mulheres, equidade é uma palavra cada vez mais presente no dia a dia da empresa.

Embora a diversidade, equidade e inclusão seja um tema cada vez mais presente na sociedade, a disparidade entre homens e mulheres no ambiente na indústria de petróleo e gás ainda é muito grande. Mas, apesar de ser um mercado tradicionalmente masculino, as empresas têm se esforçado para mudar esse cenário e trazer mais diversidade ao setor offshore.

Um exemplo dessa contribuição em promover a igualdade de gênero na indústria e criar um ambiente cada vez mais harmonioso, acolhedor e confiável é a Sapura Navegação Marítima. Em oito anos, a empresa teve uma evolução de mais de 200% na porcentagem de profissionais mulheres contratadas, passando de 5% em 2014 para 16,6% em 2022.

Segundo a Diretora de RH da Sapura, Glaucia Maciel, o ambiente no setor de petróleo e gás ainda é majoritariamente masculino, mas a empresa trabalha para transformar seus navios em espaços mais diversos e inclusivos, principalmente para as mulheres.

“Esse percentual já demonstra uma ótima representatividade feminina se comparado com o início das operações, em 2014, e com o mercado de uma maneira geral. É preciso que todos assumam a responsabilidade, não só as empresas, mas as mulheres e os homens que atuam no mercado”, explica Glaucia.

De acordo com um relatório publicado pelo Instituto Ipsos, ano passado, com mulheres que trabalham em diversas empresas do setor offshore, apontou que para 90% das profissionais ouvidas, criar campanhas e ações para divulgar a relevância do tema da igualdade de gênero e a criação de programas de incentivo para contratação são propostas fundamentais para inspirar outras mulheres a realizar esse tipo de atividade.

Há dois anos na Sapura, a marinheira de máquinas Rosilene Santos revela que sempre teve vontade e curiosidade em conhecer e fazer parte do mundo offshore. De acordo com Rosilene, na Marinha Mercante ela viu uma grande oportunidade de crescimento profissional, e sonha com um futuro no qual as mulheres possam quebrar barreiras.

“Costumo dizer que a Sapura é a minha segunda família, minha segunda casa. Me sinto orgulhosa de poder estar em um mundo pouco conhecido para nós, mulheres.  Não há força maior do que uma mulher determinada a crescer”, destaca Rosilene.

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